Livre? – Livre mesmo!!!
Como inventor, eu me orgulho, pois, já honrei Santos Dumont – Profissão de Ladrão, Tom Zé
Como inventor, eu me orgulho, pois, já honrei Santos Dumont – Profissão de Ladrão, Tom Zé
jan 19th
Governo aconselha utilizadores a escolherem outro navegador.
O governo da Alemanha emitiu um aviso de segurança em relação ao navegador Internet Explorer (IE), aconselhando os internautas a usarem outro programa alternativo.
Segundo a BBC, este aviso surge depois da Microsoft ter admitido que os recentes ataques aos sistemas da Google se deveram a falhas no IE, embora a empresa tenha referido que a alteração do modo de segurança do browser para «alta» eliminaria o problema.
Mesmo com estas advertências da empresa, o governo alemão considera que existe risco.
Em declarações à BBC, Graham Cluley, da empresa de anti- virus Sophos, disse que em causa estão as versões do IE 6, 7 e 8.
http://diario.iol.pt/tecnologi[...]4-tecnologia/1132044-4069.html
Postada por: Marco, marcodefreitas at gmail.com
jan 18th
Centro pode descartar ou reciclar objetos como equipamentos obsoletos de informática e telecomunicações
A Universidade de São Paulo (USP) deu início neste ano ao funcionamento de um centro de descarte e reuso de resíduos de informática. Pioneiro na sua modalidade em órgão público e instituição de ensino superior, o centro pretende descartar adequadamente ou reciclar lixo eletrônico, como equipamentos obsoletos de informática e de telecomunicações.
Nos primeiros meses de operação, o centro vai priorizar o tratamento do lixo eletrônico da própria USP. No decorrer do ano, começará a receber o lixo eletrônico da comunidade. As pessoas que tiverem equipamentos eletrônicos obsoletos poderão agendar o descarte ou obter
informações pelo e-mail (cedir.cce@usp.br).
Os equipamentos que forem reciclados serão emprestados a instituições de inclusão digital. Esses equipamentos cumprirão vida útil estimada em dois anos e depois retornarão ao centro para o descarte final correto.
FONTE: AGÊNCIA BRASIL
jan 18th
Jamile Borges
Antropóloga, Professora da FACED-UFBA e Coord. técnica do Museu Digital da Memória Afro-Brasileira. http://www.arquivoafro.ufba.br
Eles já foram símbolo de medo, terror e morte. Já povoaram nossas fantasias e as telas de Hollywood. Hoje, representam a promessa de liberdade na política e na sociedade. De quem estou falando? PIRATAS!
Atos de pirataria eram praticados por tripulantes de navios sem bandeira, em alto-mar, contra propriedades ou pessoas, numa época em que o comércio era primordialmente realizado por vias marítimas. Eram homens que não se submetiam a qualquer tipo de lei; saqueavam embarcações de mercadores e percorriam as rotas comerciais em busca de objetos de valor. Eram vistos como mercenários, assassinos, párias da sociedade.
O mundo mudou e as formas de vender e comprar também mudou. Dos regimes mercantilistas e feudais ao capitalismo globalizado de agora, ser pirata pode até dar certo “status”.
Pirataria nos dias atuais tem outra definição; são novas formas de comércio intelectual, representando uma nova ética: aquela que vai contra a propriedade do conhecimento e a favor da livre circulação de bits. É a chamada Ética hacker. Na prática, isto significa trabalhar sob um sistema de três pilares: colaboração, conhecimento e liberdade.
Noam Chomsky (1928- ) famoso linguista e professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT-EUA), no prefácio de seu livro “Piratas & Imperadores, Antigos & Modernos”, (editado pela Bertrand Brasil em 2006) relata a seguinte história: “Santo Agostinho conta a história de um pirata capturado por Alexandre, o Grande, que lhe perguntou: ‘Como você ousa molestar o mar?’ ‘E como você ousa desafiar o mundo inteiro?’, replicou o pirata. ‘Pois, por fazer isso apenas com um pequeno navio, sou chamado de ladrão; mas você, que o faz com uma marinha enorme, é chamado de imperador.”
Esse relato pode nos ajudar a entender as dimensões da pirataria em seu sentido político. Há alguns anos atrás, nomes como Tim Berners-Lee, Steve Wozniak e Linus Torvalds foram também considerados perigosos, hackers, por rejeitarem os modelos propostos para o que se prenunciava como sociedade da informação. Foi o compromisso com a partilha e a livre circulação da informação que os tornou responsáveis por criar aquilo que hoje conhecemos como Internet, World Wide Web (WWW) e a plataforma livre LINUX, concorrente direto da mais difundida empresa de software proprietário do mundo: a Microsoft Windows.
Importante destacar também que aquekes indivíduos que praticam a quebra (ou cracking) de um sistema de segurança, de forma ilegal ou antiética são chamados de Crackers para distingui-los dos Hackers.
Pekka Himanen, um jovem pesquisador finlandês, autor de uma das mais famosa obras do gênero, The Hacker Ethic and the Spirit of the Information Age diz que estamos assistindo a emergência de uma nova ética, que quer se distanciar da ética protestante anunciada pelo sociólogo e economista alemão Max Weber e distante também da ética do trabalho do mundo capitalista. O hacker, segundo ele, deve ser visto como aquele sujeito que no inicio dos anos 60 do século XX, contagiava os jovens com a promessa de um mundo mais solidário e mais colaborativo. Uma espécie de resistência ao modelo de acumulação produtiva do sistema capitalista.
Para Himanen o motor da sociedade do conhecimento não deve ser o capital ou a lógica do trabalho industrial, mas a lógica da paixão criativa, geradora de saberes, colaborativa, não-hierárquica e participativa.
Acho importante ressaltar que este fenômeno, típico da chamada “sociedade em rede”, parafraseando o sociólogo Manuel Castells, deve ser lido mais do ponto de vista socio-antropológico que sob a ótica do desenvolvimento técnico, isto é, a transformação em curso na sociedade contemporânea resulta menos do entendimento e da importância da técnica pelas pessoas e mais da vivência sociológica e do uso contumaz e cotidiano das redes sociais, twitter, facebook, Orkut e outros ambientes de comunicação em massa.
Enfim, odiados pelas grandes corporações e endeusados por jovens no mundo afora, os novos piratas tem causas maiores e mais complexas que pilhar navios e singrar mares.
O que antes era idéia de um pequeno grupo de ativistas transformou-se num partido político, motivado pela condenação, em abril de 2006, dos quatro criadores do Pirate Bay, um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo.
O Partido Pirata foi fundado em 2006 na Suécia, mas obteve apenas um por cento dos votos nas eleições legislativas daquele ano. Após o resultado do processo contra o Pirate Bay condenando seus criadores, o Partido Pirata conseguiu 7,1% dos votos na Suécia no total de votos de toda a Europa, o suficiente para ganhar um assento representativo. As bandeiras principais do partido repousam na tríade: desregulamentação de direitos autorais; abolição do sistema de patente (copyright); redução da vigilância na internet, isto é, diminuição da intervenção das grandes corporações na vida privada dos usuários de serviços de provedores e de compartilhamento de arquivos, combatendo, é claro, a pedofilia, homofobia e outros crimes sexuais e hediondos.
No Brasil, o partido pirata começou a se organizar em 2007 e no final do ano seguinte, seu fórum já contava com mais de 300 partipantes cadastrados.
Compartilhando a mesma bandeira do Partido Sueco, atua na defesa dos direitos humanos, na liberdade de expressão e no direito à privacidade, hoje ameaçadas pela tentativa de controlar e banir a troca de arquivos e o compartilhamento no conhecimento.
Um dos entusiastas dessa nova era, o filósofo Pierre Levy diz vivemos um destes raros momentos, em que, a partir de uma nova configuração técnica, quer dizer, de uma nova relação com o cosmos, um novo estilo de humanidade é inventado.
Para John Perry Barlow, ativista pela liberdade na Internet e autor da Declaração de independência do ciberespaço, quanto mais um programa é pirateado, mais provavelmente ele se tornará um padrão. Segundo ele, todos esses exemplos acerca dos partidos piratas e o crescimento de websites de downloads gratuitos, apontam para a mesma conclusão: a distribuição não comercial de informação aumenta a venda de informações comerciais. A abundância gera abundância.
Precisamos aprender a lidar com as novas demandas postas pela contemporaneidade para a nova sociedade da informação, o que significa dizer: lidar com as novas formas de ser e habitar esse novo cenário, cada vez mais palco de múltiplos avatares, hiperexposição, criação de novas e híbridas linguagens que nos desafia a sermos melhores leitores e intérpretes do que ainda está por vir.
FONTE: http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1428
jan 17th
Este post é didicado os queridos CDF
CDF: Cabeça de Ferro, porém, há termos mais coerentes como Cu De Ferro, ou cu de Frango, Cobaia da Fessora.
Uma pessoa CDF é, geralmente,quase a mesma coisa que nerd,só que mais obcecados focados no estudo. Gostam de coisas que poucas pessoas gostam, como por exemplo, passar o dia inteiro em casa lendo aquele livro chato de 666 páginas, editando e fazendo trabalhos escolares na muito qualificada wikipédia. CDFs possuem muitos interesses,entre eles:
Em estágios mais avançados pode ser mudada a classificação como:
Os CDFs morrem de medo do Gir ( Invasor Zim ), pois acham que a sua voz é uma encarnação do demonio, para fazer com que parem de estudar ( Coisa que é Impossivel ).
jan 16th
Desde quando era pequeno minha mãe dizia: este menino não é normal. E além dela o poeta, também esta certo, “de perto ninguem é normal”
Pois é depois de uma tempo sem dá as cara no blog, PQP, mudei até de hospedagem.
Vamos ver se aki eles me aguentam!
Fui!!!
P.S.: exclarecimento é com X, nova ortagrafia ta FDS!!!
jan 16th
Bem-vindo ao WordPress. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o e comece a brincadeira!
jan 14th
O planeta está literalmente apodrecendo. No atual ritmo de destruição, em 100 ou 200 anos a Terra não terá mais condições de sustentar vida.
Eu tenho 27 anos, tenho um filho e penso o que pode acontecer em pouco tempo se não fizermos alguma coisa. Você já pensou com é bom tomar uma banho, com água abundante, a sensação boa que é chegar do trabalho e tomar um banho relaxante? Pois é… se continuar do jeito que vai nossos netos podem não terão esse prazer pois a água pode se tornar muita escassa e a vida por aqui não será muito agradável. Mesmo sabendo que eu você talvez não estejamos mais por aqui. Eu me preocupo e tento dar minha pequena parcela para contribuir.
Mas e você? Tá se lixando pro problema? Que planeta pretende deixar para os seus filhos e netos? Um planeta podre e fedorento? Quer ser lembrado pelos seus descendentes como o bosta que exauriu todos os recursos naturais e os condenou a viver em uma lata de lixo gigantesca?
O que você pode fazer? Pode começar lendo este texto abaixo e tentar aplicar o que é ensinado.
Forte abraço.
Fonte: http://www.andersonjacson.com.br/portal/modules/news/article.php?storyid=7
nov 17th
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) confirmou nesta segunda-feira que um hacker demonstrou que havia uma vulnerabilidade no sistema administrativo do órgão na última quinta-feira, dois dias após o apagão. Ainda nesta tarde, o Ministério de Minas e Energia (MME) informou que um curto-circuito foi responsável pelo apagão que atingiu 18 Estados brasileiros na noite do último dia 10.
Segundo a assessoria de imprensa do ONS, não houve nenhuma invasão na rede operativa do sistema, que é acionada por comando de voz, e o ocorrido não teve relação com o blecaute do dia 10.
O programa ‘60 Minutes’, da rede americana CBS, citou, no último dia 8, dois dias antes do blecaute, fontes anônimas afirmando que os dois dias de apagão no Espírito Santo, em 2007, foram provocados por hackers que atacaram a companhia que controla o sistema de energia. Segundo a rede, hackers também teriam sido responsáveis por outro pequeno apagão no Rio de Janeiro em janeiro de 2005.
De acordo com algumas versões, eles estariam tentando extorquir dinheiro da empresa que controla o sistema de transmissão de energia. Funcionários do governo e a Furnas Centrais Elétricas negaram a informação.
Na segunda-feira, porém, o site da revista americana ‘Wired’ informou que o apagão de 2007 foi na verdade resultado da negligência na manutenção de duas linhas de transmissão. Segundo o site, a informação tem como base relatório de agências do governo e outros órgãos que investigaram o incidente por mais de um ano.
Curto-circuito
Um boletim publicado na tarde desta segunda-feira no site do MME apontou um curto-circuito como o responsável pelo apagão da noite do último dia 10. Segundo a nota, no dia do blecaute, pouco após as 22 horas, curtos-circuitos próximos à subestação de Itaberá, no interior de São Paulo, provocaram o desligamento de três linhas de alta tensão que transportavam energia da usina de Itaipu e do sistema Sul.
“Com a perda da Usina de Itaipu e do fornecimento da Região Sul, outras usinas também foram desligadas automaticamente na Região Sudeste, a mais afetada por essas ocorrências”, explica o comunicado.
O comunicado lembrou que foi criado um grupo de trabalho, coordenado pelo MME, para acompanhar a análise das causas do apagão e buscar medidas que “aumentem o grau de segurança e confiabilidade do sistema interligado de fornecimento de energia elétrica”.
O comunicado ainda reforçou que aqueles que tiveram aparelhos elétricos danificados pela interrupção do fornecimento de eletricidade poderão solicitar o ressarcimento do prejuízo às concessionárias locais de distribuição, no prazo de 90 dias.
fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/16112009/48/manchetes-mme-curto-circuito-provocou-apagao.html
nov 10th
Só passando para dar uma geral.
De repente, um pente que era um dente cai no chão.
Só que o chão era minha mão e meu dente estava lá.
Pensei imediatamente, com a minha mente, fervente.
Que droga não escovei os dentes.
Mundando de assunto, agora eu creio…
Não há freio para a imaginação, mais desde imagi-tem-ação?
Desde o momento que percebi que minha rimas não tem sentido.
Meu lexo é totalmente sem nexo.
Também não sei escrever prosa, verso…
E a rima? Esta é prima-irmã da solidão de minha poesia sem graça!
De desgraça em desgraça prefiro escrever e ver isto, isto mesmo que voçê não consegue ver.
Quanto mais ser…
São só palavras sem sentido, sem doce, sem cor…
São palavras, nada além da palavra!!!!
nov 9th
ROCHA, Amara. Nas ondas da modernização: o rádio e a tv no Brasil de 1950 a 1970. Rio de Janeiro : Aeroplano, FAPERJ, 2007, 219 p.
Logo na apresentação, página 14, a autora faz dois questionamentos sobre a viabilidade do estudo sobre o rádio e a televisão: “seria um tema mesmo para historiador? O rádio e a televisão justificariam o investimento acadêmico de uma pesquisa de doutorado em história social?” Respondendo aos dois questionamentos feitos pela autora: sim, valeu a pena o investimento, pois, com a leitura deste livro, observa-se a grande importância do levantamento histórico e social do rádio e da televisão no Brasil.
Em síntese, a autora, através da obra, proporciona uma viagem no tempo que nos remete aos primórdios da criação (ou invenção) do rádio no Brasil. Neste livro a autora descreve sobre o pioneirismo dos primeiro radialistas. Um ponto marcante é que o rádio no Brasil nasce com fins educativos.
No primeiro capitulo “A alma do negocio: mapeando as emissoras”, a autora faz um mapeamento da emissoras e enfatiza a Rádio Nacional. Não fica claro no texto se esta ênfase é por causa do excesso/facilidade de se encontrar material sobre esta rádio. Contudo fica evidente que a Rádio Nacional era a única que conseguia chegar aos diversos cantos do Brasil. Claro que haviam outras rádios, inclusive, ainda neste primeiro capitulo a autora demonstra índices de audiência e a Nacional não era líder de audiência.
Na pagina 36 a autora descreve sobre a primeira legislação especifica para o rádio que foi regulamentada em 1932 e estabelecia o serviço que fosse de interesse nacional e de fim educacional.
Na pagina 39 Amara escreve sobre o uso politico da rádio “[...] o rádio, junto com o cinema e o culto aos esportes, integrava um sistema pedagógico pelo qual era possível articular saúde mental, moral e higiénica, procurando atingir eficazmente a massa de analfabetos.” (ROCHA, 2007, p. 39 apud Anuario da imprensa, 1941. p. 222). Com relação a este trecho destacado por mim, observa-se que o rádio era acessível tanto para os alfabetizados quanto para os analfabetos, naquela época não precisava a pessoa saber ler ou escrever para ouvir rádio, assim como hoje, esta exigência é mínima, pois, para o rádio ou para a televisão os canais de entrada das “informações” são os ouvidos e os olhos. Considera-se que nós não precisamos saber ler e escrever para assistir televisão ou ouvir rádio.
Na leitura das paginas 48 a 50, a autora traz atona as manobras politicas realizadas por Assis Chateaubriand. Ele foi contra a implementação da Televisão Nacional que era a proposta do governo de Juscelino Kubitschek. Chateaubriand, ameaçou o governo impondo que se caso a Televisão Nacional fosse implementada o governo receberia represálias por parte de emissoras associadas que mantinham o sistema de televisão. Na época da transição o rádio financiou o surgimento da televisão, no que diz respeito, principalmente, da parte técnica. Chateaubriand antes de se tornar o “magnata da televisão” ele já era “magnata” em outros ramos da mídia, então ele tinha poder suficiente para fazer com que as rádios que financiavam a televisão não financiassem o projeto do governo.
Com relação a transição, do rádio para a televisão, Amara destaca muito bem em sua obra as diferenças na produção de programas para o rádio e como o era produzido um programa de televisão. Enquanto nos EUA os programas da televisão eram feitos para a televisão, aqui no Brasil os programas de rádio – as radionovelas, por exemplo – eram reaproveitas para a televisão. Amara cita varias radionovelas que se transformaram em novelas na televisão. Mas isto acarretava em algum problemas de ordem técnica. Por exemplo, era muito mais fácil se reproduzir o “fim do mundo” pelo rádio do que pela televisão, claro que o “fim do mundo”, hoje é bem fácil de se reproduzir na televisão, pois a obra se refere a um período em que “computadores não faziam arte”.(ROCHA, 2007)
Na pagina 97 (final do tópico “com a palavra os senhores patrocinadores”), a autora escreve sobre uma publicidade que se aproveitou da ideia de generalização de se modernizar a sociedade brasileira, visto que esta sociedade estava “alçando voo” no espaço da televisão. Voltando para o rádio, a autora analisa que a necessidade da modernização da sociedade brasileira, mas esta só se daria, através do parâmetro da “educação para o consumo”. Ou seja o rádio que “nasce” com vocação educativa se transforma em mais uma arma para manobrar, coagir e reprimir a população, posteriormente a televisão continua o “serviço sujo” .
Como conclusão, pode-se dizer que autora em sua obra cumpre com a finalidade de levantar fatos históricos sobre o surgimento do rádio e da televisão no Brasil. Contudo observa-se uma certa carência no que diz respeito analise dos fatos destacados na obra. Não se esta afirmando a inexistência de “análise”, mais sim, que a autora poderia ter se colocado mais criticamente frente aos fatos explicitados.